O navio de cruzeiro MV Hondius permanece retido no Oceano Atlântico, próximo à costa de Cabo Verde, após as autoridades locais negarem permissão para o desembarque de seus 149 passageiros e tripulantes. A decisão foi tomada após a confirmação de que três pessoas a bordo faleceram e outras quatro adoeceram devido ao hantavírus, com dois casos confirmados e cinco sob investigação. Uma das vítimas fatais foi uma turista holandesa de 69 anos, que desembarcou e morreu em Joanesburgo, tendo a infecção confirmada postumamente; seu marido também faleceu no navio.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) sugeriu que os passageiros podem ter sido infectados antes do embarque, devido ao período de incubação do vírus, mas não descarta a transmissão inter-humana a bordo. O incidente gerou preocupação sanitária, levando à interdição do navio enquanto medidas de contenção e investigação são realizadas. O MV Hondius deve seguir para a Espanha, onde autoridades realizarão uma investigação epidemiológica completa e desinfecção, embora a autorização de atracação ainda não tenha sido confirmada pelo governo espanhol.
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