China critica sanções dos EUA contra Cuba e pede fim do embargo
A China classificou como "ilegais" as sanções ampliadas dos EUA contra Cuba e solicitou o fim imediato do embargo e da pressão coercitiva sobre a ilha.
Pontos principais
- A China pediu que os Estados Unidos encerrem imediatamente o embargo e as sanções contra Cuba.
- As medidas ampliadas dos EUA são consideradas "ilegais" e violam as normas das relações internacionais, segundo Pequim.
- O presidente Donald Trump assinou um decreto ampliando as sanções contra o governo cubano.
- A ação de Trump visa aumentar a pressão sobre Havana após a captura do líder venezuelano Nicolás Maduro.
- A China manifestou apoio a Cuba, opondo-se a interferências internas e defendendo a soberania da ilha.
O Ministério das Relações Exteriores da China criticou a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de ampliar as sanções contra Cuba, classificando-as como "ilegais" e violadoras das normas internacionais. Pequim solicitou a Washington o fim imediato do embargo e das medidas coercitivas contra a ilha caribenha. A intensificação das sanções unilaterais por parte dos EUA é vista pela China como uma grave interferência nos assuntos internos de Cuba.
As novas sanções americanas, assinadas por Trump, têm como objetivo aumentar a pressão sobre o governo cubano, especialmente após a captura do líder venezuelano Nicolás Maduro. A China tem manifestado apoio à ilha socialista em meio às crescentes tensões entre EUA e Cuba, reiterando seu posicionamento contra interferências externas e em defesa da soberania e segurança nacional cubanas.
Comentários
Carregando comentários...
