O Ministério das Relações Exteriores da China criticou a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de ampliar as sanções contra Cuba, classificando-as como "ilegais" e violadoras das normas internacionais. Pequim solicitou a Washington o fim imediato do embargo e das medidas coercitivas contra a ilha caribenha. A intensificação das sanções unilaterais por parte dos EUA é vista pela China como uma grave interferência nos assuntos internos de Cuba.
As novas sanções americanas, assinadas por Trump, têm como objetivo aumentar a pressão sobre o governo cubano, especialmente após a captura do líder venezuelano Nicolás Maduro. A China tem manifestado apoio à ilha socialista em meio às crescentes tensões entre EUA e Cuba, reiterando seu posicionamento contra interferências externas e em defesa da soberania e segurança nacional cubanas.
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