O governo Trump impôs novas restrições ao presidente cubano e militares, intensificando a pressão política sobre a ilha.
O governo dos Estados Unidos anunciou uma nova rodada de sanções contra o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, seus familiares e integrantes do alto escalão militar cubano. A medida, oficializada pelo Departamento do Tesouro, também atinge Raúl Castro, que foi formalmente acusado pelas autoridades americanas de envolvimento na derrubada de aviões de exilados em 1996. Além das figuras políticas, cinco entidades estatais, incluindo o Ministério das Forças Armadas Revolucionárias, foram incluídas na lista de restrições, dando continuidade a uma ofensiva que, no mês anterior, já havia penalizado 11 autoridades e a principal agência de inteligência da ilha. A ação reflete a estratégia da administração do presidente Donald Trump para elevar a pressão sobre o governo cubano, a quem o mandatário classificou recentemente como uma nação falida. O objetivo central é isolar financeiramente figuras-chave do regime e limitar a influência da família Castro, em um movimento que busca promover mudanças estruturais na gestão do país caribenho. Díaz-Canel já era alvo de sanções anteriores devido à repressão de protestos ocorridos em 2021, mas a nova ofensiva amplia significativamente o escopo das penalidades americanas, intensificando o cenário de tensões diplomáticas entre Washington e Havana.
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