O governo do presidente Donald Trump intensificou a pressão sobre o regime cubano ao anunciar um novo pacote de sanções contra nove autoridades, a Diretoria de Inteligência e três agências governamentais, incluindo a polícia nacional. A estratégia visa restringir o fornecimento de petróleo à ilha e desestabilizar o alto escalão do Partido Comunista e das forças de segurança. Em resposta, o líder cubano Miguel Díaz-Canel alertou para o risco de um conflito armado, afirmando que Cuba possui o direito de se defender. A tensão diplomática atingiu um novo patamar após relatos de que Havana teria adquirido centenas de drones militares da Rússia e do Irã, levantando preocupações em Washington sobre o possível uso desses equipamentos contra alvos americanos. Além das sanções financeiras, que preveem penalidades secundárias para instituições estrangeiras, o governo dos EUA sinalizou que deve apresentar acusações criminais contra o ex-presidente Raúl Castro em breve. As medidas representam um endurecimento significativo da política externa americana, focando em enfraquecer a estrutura governamental e o aparato repressivo do Estado cubano.
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