A política da China é dominada pelo Partido Comunista Chinês (PCC) em um sistema unipartidário. Sob a liderança de Xi Jinping, o país tem priorizado uma intensa campanha anticorrupção em todos os níveis do governo e das forças armadas, visando manter a disciplina e consolidar o poder. Paralelamente, a China intensificou o combate ao crime organizado transnacional, especialmente no sudeste asiático, reprimindo redes de golpes online e tráfico de pessoas que afetam seus cidadãos e interesses, demonstrando uma postura proativa na proteção de suas fronteiras e população.
A política da China é caracterizada por um sistema unipartidário, com o Partido Comunista da China (PCC) detendo o poder. Um aspecto central da governança chinesa é a campanha anticorrupção, que tem sido uma prioridade sob a liderança de Xi Jinping, visando manter a integridade e a disciplina dentro do partido e do governo. Esta campanha se estende a todos os níveis do governo e do partido, incluindo as forças armadas, onde expurgos têm ocorrido como parte dos esforços para combater a corrupção. Além disso, a China tem intensificado seus esforços no combate ao crime organizado transnacional, especialmente no sudeste asiático, visando redes de golpes online e tráfico de pessoas que afetam cidadãos chineses e a economia do país.
A campanha anticorrupção na China tem sido uma característica proeminente da administração de Xi Jinping desde que ele assumiu a liderança. Esta campanha visa combater a corrupção em todos os níveis do governo e do partido, sendo um esforço contínuo para consolidar o poder e garantir a governabilidade. Em 2026, foi anunciado que a campanha seria intensificada, mantendo uma "pressão elevada" como parte das metas do ciclo de planejamento econômico e político do país. A abrangência da campanha inclui figuras de alto escalão, como evidenciado pela investigação de generais das forças armadas por suspeita de violações de disciplina e da lei, o que demonstra a amplitude e a seriedade dos esforços anticorrupção.
Paralelamente, a China tem expandido sua atuação contra o crime organizado transnacional. Um exemplo notável é a repressão a máfias que operam centros de golpes online e tráfico de pessoas em Mianmar. Essas operações criminosas, que movimentaram bilhões de yuans e causaram a morte de cidadãos chineses, levaram a ações diretas de Pequim, incluindo o apoio a ofensivas de milícias étnicas em Mianmar e a execução de líderes de clãs criminosos. Essa postura reflete a determinação da China em proteger seus cidadãos e interesses, mesmo além de suas fronteiras, e tem implicações geopolíticas na região do sudeste asiático.