O governo da China manifestou críticas públicas à postura dos Estados Unidos em relação a Cuba, exigindo o fim do que classificou como ameaças indevidas à soberania da ilha. A escalada diplomática foi motivada pela decisão da administração Trump de formalizar acusações de homicídio contra Raul Castro, relacionadas ao abate de aeronaves civis em 1996, além da imposição de novas sanções econômicas. Para Pequim, a medida representa uma política de 'grande porrete' que carece de respaldo no direito internacional e intensifica a pressão sobre o regime cubano.
A situação sublinha a persistente divergência entre Washington e Pequim, com Cuba permanecendo como um ponto central de disputa de influência no hemisfério ocidental. Enquanto os EUA buscam responsabilizar o ex-líder pelo incidente que vitimou quatro pessoas, incluindo cidadãos americanos, a China reforça suas alianças estratégicas e contesta a hegemonia americana na região.
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