O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodriguez, condenou as novas sanções impostas pelos Estados Unidos à ilha, descrevendo-as como "medidas coercitivas unilaterais" e "abusivas". Segundo Rodriguez, as sanções, determinadas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, por meio de uma ordem executiva, têm como objetivo a "punição coletiva contra o povo cubano" e violam a Carta das Nações Unidas. Ele utilizou a plataforma X para reiterar que os EUA não possuem o direito de impor tais medidas.
As novas sanções visam pessoas envolvidas em amplos setores da economia cubana, incluindo energia, defesa e mineração. A medida busca aumentar a pressão sobre Havana, seguindo a remoção de Nicolás Maduro da liderança da Venezuela. Em suas declarações, Rodriguez também compartilhou imagens das celebrações do 1º de maio em Havana, onde uma grande procissão prometeu "defender a pátria" em frente à embaixada americana, indicando que Cuba não se deixará intimidar pelas ações americanas. A postura cubana reflete a contínua tensão nas relações bilaterais, com Havana interpretando as sanções como uma tentativa de pressionar a população e o governo da ilha.
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