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Débora do Batom pede redução de pena e liberdade após veto a PL da Dosimetria

Débora Rodrigues dos Santos, condenada pelos atos de 8 de janeiro, solicitou ao STF a readequação de sua pena e liminar de liberdade, após a derrubada do veto presidencial ao Projeto de Lei da Dosimetria.

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Foto: G1 Política
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02/05 às 13:01 · atualizado 18:03

Pontos principais

  • A defesa de Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como 'Débora do Batom', pediu ao STF a readequação de sua pena de 14 anos.
  • O pedido se baseia na derrubada do veto presidencial ao Projeto de Lei da Dosimetria pelo Congresso Nacional.
  • Os advogados de Débora também protocolarão um pedido de liminar para sua liberdade.
  • Débora foi condenada por crimes como abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.
  • Ela é apontada pela PF como a responsável por pichar a frase 'Perdeu, mané' na estátua 'A Justiça' em frente ao STF.
  • O PL da Dosimetria pode beneficiar ao menos 190 pessoas condenadas pelos atos de 8 de janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como 'Débora do Batom' e condenada a 14 anos de prisão pelos atos de 8 de janeiro, solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a redução de sua pena. O pedido da defesa se fundamenta na recente derrubada, pelo Congresso Nacional, do veto presidencial ao Projeto de Lei da Dosimetria, que permite a diminuição de penas para crimes contra a democracia. Além da readequação da pena, os advogados de Débora também planejam protocolar um pedido de liminar para sua liberdade. A defesa argumenta que a lei penal mais benéfica retroage para beneficiar o réu, mesmo que a lei ainda não esteja em vigor.

Débora foi condenada por crimes como abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado, sendo apontada pela Polícia Federal como a autora da pichação 'Perdeu, mané' na estátua 'A Justiça', em frente ao STF. A nova lei, uma vez promulgada, poderá beneficiar cerca de 190 pessoas condenadas pelos eventos de 8 de janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, embora sua validade ainda possa ser questionada no STF por partidos ou pela PGR. O benefício não será automático, mas permitirá que os condenados peçam a readequação da pena.

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