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Alessandro Vieira é processado por escritório da família de Moraes

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) está sendo processado por danos morais pelo escritório de advocacia da família do ministro Alexandre de Moraes após declarações sobre movimentações financeiras.

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Foto: InfoMoney
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28/04 às 17:08

Pontos principais

  • O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) é alvo de um processo por danos morais movido pelo escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados.
  • O escritório pertence à família do ministro do STF Alexandre de Moraes, e a ação pede indenização de R$ 20 mil para cada um dos autores: Viviane, Giuliana e Alexandre Barci de Moraes.
  • Alegam que Vieira violou a honra do escritório ao sugerir, em entrevista, que o escritório recebeu dinheiro da facção criminosa PCC.
  • Vieira nega ter ligado diretamente o PCC ao escritório, afirmando que relatou um fluxo financeiro sob investigação na CPI do Crime Organizado.
  • O senador argumenta que o escritório recebeu cerca de R$ 80 milhões do Banco Master, que ele descreve como um grupo criminoso, e que isso pode ser um processo de lavagem de dinheiro.

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) revelou estar sendo processado por danos morais pelo escritório de advocacia da família do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A ação foi movida pelo Barci de Moraes Sociedade de Advogados, que inclui a esposa e os filhos do ministro, e pede indenização de R$ 20 mil para cada um dos autores. O processo surge após declarações de Vieira sobre supostas movimentações financeiras suspeitas envolvendo o Banco Master e o PCC, investigadas na CPI do Crime Organizado, da qual foi relator.

Os autores alegam que o senador violou a honra do escritório ao sugerir, em entrevista, que a banca teria recebido dinheiro da facção criminosa PCC. Vieira, por sua vez, nega ter feito a ligação direta, afirmando que apenas relatou um fluxo financeiro sob investigação. Ele argumenta que o escritório recebeu cerca de R$ 80 milhões do Banco Master, que ele descreve como um grupo criminoso, e que isso pode indicar um processo de lavagem de dinheiro. O senador considera o processo uma "tentativa de intimidação" e menciona que relatórios do Coaf apontam para uma "lavanderia" de dinheiro no Banco Master, com indicativos de pagamentos a autoridades e familiares de ministros.

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