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Escritório da esposa de Moraes processa senador Alessandro Vieira

O escritório de advocacia Barci de Moraes, da esposa do ministro Alexandre de Moraes, processará o senador Alessandro Vieira por falas sobre o PCC.

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Foto: InfoMoney
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16/03 às 17:01

Pontos principais

  • O escritório Barci de Moraes processará o senador Alessandro Vieira por injúria, calúnia e difamação, além de pedir indenização por danos morais.
  • A ação judicial é uma resposta às declarações de Vieira sobre a suposta circulação de recursos do PCC para familiares de ministros do STF.
  • Viviane Barci, esposa do ministro Alexandre de Moraes, é sócia do escritório de advocacia.
  • O senador, relator da CPI do Crime Organizado, afirmou que há informações sobre pagamentos do PCC a autoridades e pessoas ligadas ao Judiciário.
  • O escritório nega qualquer ligação com recursos do PCC e classifica as declarações de Vieira como falsas.

O escritório de advocacia Barci de Moraes, que tem como sócia Viviane Barci, esposa do ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF), anunciou que processará o senador Alessandro Vieira. A ação judicial, que incluirá acusações de injúria, calúnia e difamação, além de um pedido de indenização por danos morais, é uma resposta às declarações de Vieira sobre a suposta circulação de recursos do Primeiro Comando da Capital (PCC) para familiares de ministros do STF.

Alessandro Vieira, que atua como relator da CPI do Crime Organizado, havia afirmado que existiam informações sobre pagamentos do PCC a autoridades e indivíduos ligados ao Judiciário, mencionando nominalmente familiares de ministros como Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. O escritório Barci de Moraes, que já prestou serviços ao Banco Master – cujo dono, Daniel Vorcaro, enfrenta investigações por fraude financeira –, negou veementemente qualquer conexão com recursos do PCC, classificando as declarações do senador como falsas. Vieira, por sua vez, esclareceu que não estabeleceu uma ligação direta entre o PCC e o escritório, mas sim relatou um processo de lavagem de dinheiro envolvendo um grupo que contratou os serviços da firma.

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