Entidades de juízes solicitaram ao Supremo Tribunal Federal (STF) um prazo maior para implementar as novas regras de pagamento de "penduricalhos", que limitam as remunerações acima do teto do funcionalismo.

Entidades representativas de juízes, encabeçadas pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), protocolaram um pedido junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) para obter um prazo adicional na implementação das novas regras que regulamentam o pagamento de "penduricalhos". A AMB acionou o STF no domingo (26) com a solicitação. A decisão do STF, proferida em março, estabeleceu um limite para a soma de vantagens, fixando-a em 70% do salário e distinguindo entre verbas indenizatórias e de antiguidade. As associações argumentam que os tribunais enfrentam desafios para se adequar à determinação sem comprometer os direitos dos magistrados.
O pedido solicita um período de adaptação de, no mínimo, 30 dias após a análise de eventuais embargos de declaração. Além disso, as entidades pleiteiam que a suspensão dos efeitos da decisão não impacte a Parcela de Valorização por Tempo de Antiguidade na Carreira (PVTAC). Elas ressaltam que a suspensão de pagamentos retroativos já resultou em uma redução significativa nos rendimentos, especialmente para aposentados e pensionistas, e pedem que a análise seja feita de forma monocrática e, posteriormente, referendada pelo plenário virtual do STF, dada a urgência na elaboração das folhas de pagamento.
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