STF mantém cassação de Rodrigo Bacellar e ex-deputado é preso
A Primeira Turma do STF formou maioria para rejeitar o recurso de Rodrigo Bacellar, mantendo a cassação de seu mandato, que já havia sido determinada pelo TSE.
Pontos principais
- A Primeira Turma do STF rejeitou o recurso de Rodrigo Bacellar contra a cassação de seu mandato, com maioria de 3 a 0.
- A decisão do STF confirma a cassação determinada pelo TSE, relacionada a contratações irregulares na Ceperj e abuso de poder.
- Bacellar foi cassado no mesmo processo que tornou o ex-governador Cláudio Castro inelegível.
- O deputado Carlos Augusto (PL) assumiu a cadeira de Bacellar na Alerj após a cassação.
- Bacellar foi preso novamente em 27 de março, por determinação de Alexandre de Moraes, e é investigado por vazamento de informações sigilosas.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para rejeitar o recurso apresentado por Rodrigo Bacellar, deputado estadual e ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Bacellar buscava suspender os efeitos da decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que determinou a cassação de seu mandato, relacionada a contratações irregulares na Ceperj e abuso de poder. O TSE também havia afastado Bacellar do comando da Alerj e tornado Cláudio Castro inelegível. O deputado Carlos Augusto (PL) assumiu a cadeira de Bacellar na Alerj após a cassação.
O ministro Cristiano Zanin, relator do caso, havia negado individualmente a solicitação e votou no plenário virtual para manter sua decisão. Ele foi acompanhado pelos ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino, consolidando a maioria de 3 a 0. A defesa de Bacellar recorreu ao Supremo pedindo efeito suspensivo da decisão, mas o ministro Zanin negou o pedido de medida cautelar por razões processuais. O julgamento virtual no STF está previsto para ser concluído em 28 de abril.
Bacellar foi preso novamente em 27 de março, por determinação de Alexandre de Moraes, e é investigado por vazamento de informações sigilosas em uma investigação da Polícia Federal na Alerj.
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