STF mantém condenações de envolvidos no assassinato de Marielle Franco
Primeira Turma do STF rejeita recursos e mantém penas de até 76 anos para os cinco réus pelo homicídio da vereadora e de seu motorista.
Pontos principais
- A Primeira Turma do STF formou maioria de 3 a 0 pela manutenção das condenações dos cinco réus.
- Entre os condenados estão os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão, o ex-chefe da Polícia Civil Rivaldo Barbosa, o major Ronald de Paula e o ex-policial Robson Calixto.
- As penas variam entre 9 e 76 anos de prisão, conforme o grau de participação de cada envolvido no crime.
- O julgamento encerra os recursos contra as sentenças proferidas em fevereiro, com todos os réus sob custódia, incluindo Chiquinho Brazão em prisão domiciliar.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu, nesta sexta-feira, o julgamento que manteve as condenações dos cinco acusados pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, ocorrido em 2018. Com placar de 3 a 0, os ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Flávio Dino rejeitaram os recursos das defesas contra as sentenças aplicadas em fevereiro deste ano. As penas, que variam de 9 a 76 anos de prisão, foram mantidas para os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão, o ex-chefe da Polícia Civil Rivaldo Barbosa, o major Ronald de Paula e o ex-policial Robson Calixto. Segundo a investigação, o crime foi motivado pela atuação política de Marielle contra interesses dos Brazão em áreas de milícia no Rio de Janeiro. Todos os réus permanecem sob custódia, com Chiquinho Brazão cumprindo prisão domiciliar por questões de saúde.
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