BC impõe sigilo de 8 anos em documentos da liquidação do Banco Master
O Banco Central decretou sigilo de oito anos sobre os documentos da liquidação do Banco Master, gerando questionamentos do Tribunal de Contas da União.
Pontos principais
- O Banco Central (BC) impôs sigilo de oito anos, até novembro de 2033, sobre os documentos da liquidação extrajudicial do Banco Master.
- A decisão foi tomada em novembro de 2025 pelo presidente do BC, Gabriel Galípolo, após pedido via Lei de Acesso à Informação (LAI).
- O BC justificou o sigilo alegando que a divulgação imediata poderia comprometer a estabilidade financeira e econômica do país, além de envolver atividades de inteligência e fiscalização.
- O Tribunal de Contas da União (TCU), por meio do ministro Jhonatan de Jesus, solicitou esclarecimentos formais ao BC sobre a necessidade da restrição.
- A liquidação do Banco Master, de Daniel Vorcaro, foi decretada em novembro de 2025 devido a uma "grave crise de liquidez" e "violações relevantes" às normas do Sistema Financeiro Nacional.
O Banco Central do Brasil (BC) impôs um sigilo de oito anos sobre os documentos relacionados à liquidação extrajudicial do Banco Master, com validade até novembro de 2033. A medida foi adotada em novembro de 2025 pelo presidente do BC, Gabriel Galípolo, em resposta a um pedido de informações feito pela CNN Brasil e pelo jornalista Jonatas Martins via Lei de Acesso à Informação (LAI). A justificativa apresentada pelo BC para a restrição é que a divulgação imediata dos dados poderia comprometer a estabilidade financeira, econômica e monetária do país, além de envolver atividades de inteligência e fiscalização em andamento.
A decisão do Banco Central gerou questionamentos por parte do Tribunal de Contas da União (TCU). O ministro Jhonatan de Jesus solicitou formalmente ao BC esclarecimentos detalhados sobre a necessidade do sigilo e a possibilidade de liberação integral ou parcial da documentação. A liquidação do Banco Master, de Daniel Vorcaro, foi decretada em novembro de 2025, motivada por uma "grave crise de liquidez" e "violações relevantes" às normas do Sistema Financeiro Nacional.
Comentários
Carregando comentários...
