O Banco Central estendeu por quatro meses a investigação sobre as causas da liquidação extrajudicial e responsabilidades no conglomerado Master.
O Banco Central do Brasil prorrogou por 120 dias o inquérito administrativo instaurado para investigar as instituições que compõem o conglomerado Master. A medida, que integra os protocolos de supervisão do sistema financeiro, visa aprofundar a análise sobre as causas da liquidação extrajudicial e a responsabilidade de administradores e controladores nos últimos cinco anos. O novo prazo tem início em 23 de junho de 2026. Durante a apuração, a autarquia tem autorização para examinar documentos contábeis, colher depoimentos e solicitar auxílio policial. Caso sejam confirmadas irregularidades ou prejuízos financeiros, o relatório final poderá ser encaminhado ao juízo competente para as medidas cabíveis, garantindo a transparência e a estabilidade do mercado financeiro nacional.
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