Reino Unido reúne 40 países para discutir bloqueio do Estreito de Ormuz
O Reino Unido liderou uma cúpula virtual com mais de 40 nações para abordar o bloqueio do Estreito de Ormuz pelo Irã, acusando Teerã de "manter a economia global refém".
Pontos principais
- O Reino Unido acusou o Irã de "manter a economia mundial como refém" devido ao bloqueio do Estreito de Ormuz.
- Mais de 40 países participaram de uma cúpula virtual liderada pelo Reino Unido para discutir a reabertura do Estreito de Ormuz por meios políticos e diplomáticos.
- O Estreito de Ormuz é uma rota de navegação vital, cujo bloqueio tem impactado os preços de petróleo e alimentos globalmente.
- Os Estados Unidos não participaram do encontro, com o presidente Donald Trump afirmando que a segurança da via marítima não é responsabilidade americana e criticando aliados europeus.
- A ministra das Relações Exteriores do Reino Unido, Yvette Cooper, destacou a "força da determinação internacional" para resolver a crise.
O Reino Unido organizou uma cúpula virtual com a participação de mais de 40 países para discutir o bloqueio do Estreito de Ormuz pelo Irã. Durante o encontro, o Reino Unido acusou o Irã de "manter a economia global refém" devido à paralisação do tráfego na importante via marítima, que tem impactado os preços de petróleo e alimentos globalmente. A ministra das Relações Exteriores britânica, Yvette Cooper, enfatizou a determinação internacional em resolver a crise e proteger a navegação, focando em meios políticos e diplomáticos.
Os Estados Unidos, no entanto, não participaram da reunião. O presidente Donald Trump declarou que a segurança do Estreito de Ormuz não é uma responsabilidade americana, criticando os aliados europeus por não apoiarem a guerra e ameaçando retirar os EUA da Otan. Apesar da ausência dos EUA, países como França, Alemanha, Itália, Canadá, Japão e Emirados Árabes Unidos assinaram uma declaração conjunta exigindo que o Irã cesse o bloqueio.
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