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Macron e Starmer lideram missão europeia para segurança do Estreito de Ormuz

Líderes da França e Reino Unido, Emmanuel Macron e Keir Starmer, planejam uma missão europeia para garantir a segurança do Estreito de Ormuz, com críticas de Donald Trump.

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Foto: G1 Mundo
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17/04 às 02:02 · atualizado há 3m

Pontos principais

  • Emmanuel Macron e Keir Starmer, líderes da França e do Reino Unido, lideram uma iniciativa para a segurança do Estreito de Ormuz.
  • Uma cúpula em Paris reuniu 49 países para discutir a missão, que será estritamente defensiva e independente dos EUA.
  • O Estreito de Ormuz é uma rota crucial para o transporte de petróleo, bloqueado pelo Irã desde 28 de fevereiro devido à guerra entre EUA-Israel e Irã.
  • Mais de uma dúzia de países estão prontos para contribuir com recursos para a missão, focando em ações defensivas como remoção de minas.
  • Macron e Starmer buscam aumentar a pressão diplomática e econômica sobre o Irã, acusando o país de "manter a economia mundial refém".
  • A iniciativa é vista como uma tentativa de países não envolvidos no conflito de reduzir impactos econômicos globais.
  • O presidente dos EUA, Donald Trump, criticou a OTAN e os esforços europeus, considerando-os ineficazes.

Os líderes da França e do Reino Unido, Emmanuel Macron e Keir Starmer, estão à frente de uma iniciativa para garantir a segurança e a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz. Uma cúpula internacional em Paris, que reuniu 49 países sem a participação dos Estados Unidos, discutiu os planos para uma missão europeia estritamente defensiva e independente. O objetivo é reabrir o Estreito de Ormuz, uma rota vital para o transporte de cerca de um quinto do petróleo mundial, que foi bloqueada pelo Irã desde 28 de fevereiro devido à guerra entre EUA-Israel e Irã. Mais de uma dúzia de nações já se mostraram dispostas a contribuir com recursos para a operação, que incluirá planejamento militar focado em ações defensivas como remoção de minas e sistemas de alerta.

Macron e Starmer enfatizaram que a reabertura do Estreito de Ormuz é uma "necessidade e responsabilidade global" e que não será aceita qualquer "privatização" da rota marítima. Starmer acusou o Irã de "manter a economia mundial refém", e a iniciativa é vista como uma tentativa de países não envolvidos diretamente no conflito de reduzir os impactos econômicos globais e demonstrar capacidade de segurança internacional independente dos EUA. Paralelamente, o presidente dos EUA, Donald Trump, tem criticado a OTAN e os esforços europeus, considerando-os ineficazes. Trump tem feito duras críticas à aliança desde o início da guerra contra o Irã, chegando a considerar a saída dos EUA.

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