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Trump intensifica críticas à OTAN por falta de apoio na guerra contra o Irã

Donald Trump voltou a criticar a OTAN por não auxiliar na guerra contra o Irã, chamando a aliança de "tigre de papel" e alertando que os EUA não esquecerão a falta de apoio.

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Foto: InfoMoney
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26/03 às 08:00 · atualizado há 3m

Pontos principais

  • Donald Trump criticou a OTAN por não ajudar na guerra contra o Irã, afirmando que os EUA não esquecerão a falta de apoio.
  • O presidente descreveu a OTAN como um "tigre de papel" e zombou dos porta-aviões do Reino Unido, chamando-os de "brinquedos".
  • Trump reiterou que a guerra deve durar de quatro a seis semanas e que os EUA estão adiantados no cronograma.
  • Ele tem pressionado aliados da OTAN a contribuir com a guerra conduzida pelos EUA e Israel contra Teerã.
  • Países europeus da OTAN têm agido com cautela para evitar envolvimento direto, embora alguns tenham enviado aparatos militares.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificou suas críticas à Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) por sua postura na guerra contra o Irã. Em mensagens divulgadas nas redes sociais, Trump afirmou que a aliança não ofereceu apoio no conflito e que os EUA não esquecerão essa falta de assistência, alertando que a organização "se lembrará disso daqui a alguns meses". Ele também declarou que os Estados Unidos não precisam da OTAN, descrevendo-a como um "tigre de papel" e zombando dos porta-aviões do Reino Unido, chamando-os de "brinquedos".

Esta é a mais recente de uma série de críticas de Trump à OTAN desde o início da guerra com o Irã, que já dura quase um mês. O presidente norte-americano tem pressionado os países membros da aliança a aumentar suas contribuições para o conflito, que é liderado pelos EUA e Israel contra Teerã. Apesar da pressão, países europeus da OTAN têm demonstrado cautela para não serem arrastados para o conflito, embora alguns tenham enviado equipamentos militares para auxiliar na defesa contra ataques iranianos. Trump reiterou que a guerra deve durar de quatro a seis semanas e que os EUA estão adiantados no cronograma.

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