Trump pressiona membros da OTAN por maior contribuição financeira
O governo Trump ameaça reduzir a presença militar dos EUA na Europa caso aliados não aumentem seus investimentos na defesa da aliança.
Pontos principais
- O governo dos EUA iniciou uma auditoria de seis meses para avaliar as contribuições financeiras de cada país membro da OTAN.
- A tensão diplomática cresceu após nações europeias negarem o uso de bases militares americanas para operações no Irã.
- O presidente Donald Trump criticou publicamente líderes europeus, incluindo a premiê italiana Giorgia Meloni.
- O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, tem reunião marcada na Casa Branca para tentar reduzir o atrito com Washington.
O presidente Donald Trump intensificou a pressão sobre a OTAN, questionando o compromisso de defesa dos Estados Unidos diante da falta de apoio europeu em operações no Irã. O governo americano ameaça reduzir sua presença militar em países que não atingirem as metas de gastos com defesa, uma medida que visa forçar uma maior equidade financeira dentro da aliança. A situação é agravada pela recusa de diversos aliados em ceder bases militares para ações estratégicas dos EUA, gerando trocas de farpas públicas entre Trump e líderes como Giorgia Meloni. Em resposta, o secretário de Defesa, Pete Hegseth, iniciou uma auditoria rigorosa sobre as contribuições dos membros. O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, busca agora uma solução diplomática em encontro na Casa Branca para evitar um esvaziamento da cooperação militar transatlântica.
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