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Trump critica Otan por inação na guerra contra o Irã e Estreito de Ormuz

Donald Trump criticou a Otan por não se envolver na guerra contra o Irã e na reabertura do Estreito de Ormuz, afirmando não desejar um cessar-fogo e minimizando o impacto do fechamento.

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Foto: InfoMoney
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20/03 às 12:02 · atualizado há 3m

Pontos principais

  • Donald Trump criticou a Otan em sua rede social, classificando-a como 'covarde' por não se envolver na guerra contra o Irã e na reabertura do Estreito de Ormuz.
  • Trump afirmou não desejar um cessar-fogo com o Irã, pois os EUA estariam em posição de vitória, e sugeriu que Israel encerraria a guerra após a ação militar americana.
  • O presidente minimizou o impacto do fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã, declarando que o país persa está militarmente 'acabado'.
  • Ele alegou que a aliança não agiu para impedir o Irã de obter capacidade nuclear e expressou surpresa com a recusa da Otan em ajudar no Oriente Médio.
  • Trump se contradisse sobre a necessidade de apoio de aliados para reabrir Ormuz, inicialmente chamando de 'manobra simples' e depois pedindo ajuda de países como China e Japão.
  • O Irã fechou o Estreito de Ormuz, rota marítima vital para o transporte de petróleo, e tem atacado navios na região, intensificando a tensão.
  • O presidente criticou o Reino Unido pela demora em permitir o uso de suas bases militares na região.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, utilizou sua rede social para criticar a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), chamando-a de 'covarde'. A principal queixa de Trump foi a falta de envolvimento da aliança na guerra contra o Irã, bem como sua inação em relação à reabertura do Estreito de Ormuz. O presidente americano declarou que, sem a participação dos EUA, a Otan seria um 'tigre de papel', e acusou a organização de não ter agido para impedir o Irã de desenvolver capacidade nuclear.

Trump também expressou descontentamento com o fato de a Otan reclamar dos preços do petróleo, mas não ter contribuído para a reabertura do Estreito de Ormuz, uma ação que ele descreveu inicialmente como uma 'manobra militar simples', embora posteriormente tenha pedido ajuda de países como China e Japão. Ele reiterou que não deseja um cessar-fogo no Irã, pois os EUA estariam em posição de vitória, e sugeriu que Israel estaria disposto a encerrar a guerra após a ação militar americana. O presidente minimizou o impacto do fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã, declarando que o país persa está militarmente 'acabado'.

O mandatário expressou surpresa com a recusa da Otan em ajudar nas ações no Oriente Médio, dado o histórico de apoio dos EUA à aliança, e destacou a insatisfação do Congresso dos EUA com a postura da organização. Além disso, Trump criticou o Reino Unido pela demora em permitir o uso de suas bases militares na região. O Irã fechou o Estreito de Ormuz, uma rota marítima vital para o transporte de petróleo, e tem atacado navios na região, intensificando a tensão.

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