Os mercados financeiros globais têm reagido intensamente às tensões e desenvolvimentos entre os Estados Unidos e o Irã. Inicialmente, registraram quedas significativas impulsionadas pelo acirramento do conflito, que já se estende por quatro semanas. O presidente Donald Trump emitiu um ultimato de 48 horas para o Irã reabrir o Estreito de Ormuz, ameaçando atacar usinas elétricas iranianas caso a demanda não fosse cumprida. Em resposta, o Irã declarou que fechará completamente o canal e considerará usinas e instalações de água como alvos legítimos em caso de ataque.
Este cenário levou a uma fuga de investidores de ativos de risco, resultando em quedas nos futuros de Nova York, bem como nas bolsas da Ásia e Europa. Bolsas asiáticas como Tóquio, Seul, Hong Kong, Xangai e Sydney fecharam em queda acentuada, e as bolsas europeias também abriram em baixa. A moeda sul-coreana, o won, atingiu a menor cotação em relação ao dólar desde 2009, refletindo a instabilidade global. Paralelamente, os preços do petróleo dispararam, com o WTI superando US$ 100 e o Brent acima de US$ 113, atingindo o maior valor desde julho de 2022.
No entanto, os mercados futuros de Nova York dispararam após o presidente Trump anunciar "conversas muito boas e produtivas" com o Irã para resolver as hostilidades no Oriente Médio. A notícia reverteu uma abertura em queda, com os futuros do S&P 500, Nasdaq e Dow Jones registrando altas significativas. Trump também instruiu o Departamento de Guerra a adiar ataques militares contra infraestrutura iraniana por cinco dias, condicionado ao sucesso das reuniões e discussões em andamento entre os países.
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