Os preços do petróleo Brent apresentaram forte volatilidade, com o contrato futuro para maio registrando um ganho mensal recorde de 63% em março, a maior alta desde 1988, fechando a US$ 118,35 por barril. Esse aumento foi impulsionado pela escalada da guerra no Irã e ataques à infraestrutura de energia no Golfo, que causaram a pior interrupção de fornecimento de petróleo e gás já registrada. A produção da Opep, por exemplo, caiu para o nível mais baixo desde junho de 2020.
No entanto, o contrato futuro do Brent para junho registrou queda de mais de US$ 3, atribuída a relatos de que o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, estaria disposto a encerrar o conflito. As hostilidades continuam, com o Irã atacando um petroleiro kuwaitiano e o presidente dos EUA, Donald Trump, oscilando entre o fim da guerra e a ameaça de intensificar operações militares, incluindo a destruição de infraestruturas iranianas. Analistas alertam que a vulnerabilidade do mercado a um fechamento prolongado do Estreito de Ormuz pode levar à escassez física e fortalecer o impulso de alta dos preços.
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