O secretário do Tesouro, Rogério Ceron, afirmou que o Brasil tem uma oportunidade para acelerar o ajuste fiscal e construir superávits primários maiores, defendendo medidas como uma nova reforma da Previdência.
O secretário do Tesouro, Rogério Ceron, destacou que o Brasil vive um momento propício para acelerar o ajuste fiscal e alcançar superávits primários mais robustos, visando a estabilização da dívida pública em relação ao PIB. Ceron enfatizou a necessidade de enfrentar o crescimento das despesas públicas, sugerindo uma nova reforma da Previdência como medida essencial. Ele também defendeu a importância do arcabouço fiscal, apesar das críticas sobre suas exceções, como um pilar para a consolidação fiscal do país.
Entre os desafios para 2027, Ceron mencionou a implementação de uma agenda forte para reduzir despesas obrigatórias, incluindo a revisão do limite de crescimento dos gastos e a calibração de indicadores como o salário mínimo. Outras propostas em discussão para controlar os gastos e aumentar a eficiência incluem a fusão de programas de assistência social e a regulamentação dos "supersalários". O secretário-executivo da Fazenda, Dario Durigan, reforçou a prioridade de discutir a regulamentação dos supersalários no Congresso.
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