O Fundo Monetário Internacional (FMI) reforçou a necessidade de reformas fiscais ambiciosas para garantir a sustentabilidade da dívida pública brasileira, que atingiu 80,4% do PIB, o maior nível desde 2021. Sob a métrica do Fundo, que considera títulos na carteira do Banco Central, o endividamento chega a 93,1% do PIB. Para reverter esse cenário, o organismo sugere que o governo utilize receitas extraordinárias, como as do petróleo, para reduzir o passivo e aumentar a credibilidade fiscal, reduzindo custos de empréstimos. Embora o arcabouço fiscal de 2023 tenha sido um passo, analistas alertam que a regra pode ser insuficiente sem cortes robustos de gastos, com projeções indicando que a dívida pode atingir 100% do PIB até 2035. Em paralelo, o FMI destacou a resiliência do sistema financeiro nacional, recomendando que o Banco Central reforce sua capacidade de supervisão e amplie seu quadro de pessoal.
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