Em pronunciamento no Dia Internacional da Mulher, Lula pediu reflexão sobre o tratamento às mulheres, lançou o Pacto Nacional contra o Feminicídio e anunciou medidas de combate à violência de gênero, que atingiu recorde em 2025.

Em seu pronunciamento anual por ocasião do Dia Internacional da Mulher, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um apelo para que os brasileiros reflitam sobre o tratamento dado às mulheres no país. Ele enfatizou a urgência de combater o feminicídio, destacando que um caso ocorre a cada seis horas, atingindo um recorde em 2025, e que a maioria das agressões acontece dentro de casa. Lula ressaltou que a violência contra a mulher é crime e não uma questão privada, prometendo intervenção governamental.
Para enfrentar essa realidade, os Três Poderes assinaram o "Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio" no Palácio do Planalto, sob o lema “Todos Por Todas”. O pacto visa fortalecer a prevenção, proteção e responsabilização de agressores, além de garantir direitos às vítimas de violência de gênero. Entre as ações anunciadas estão novas operações de combate, rastreamento eletrônico de agressores, ampliação de delegacias e centros de atendimento especializados, e um mutirão para prender mais de 2 mil agressores. Lula também mencionou programas sociais que beneficiam mulheres, defendeu o fim da escala de trabalho 6x1 e destacou a entrada em vigor do ECA Digital.
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