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Netanyahu promete ofensiva total contra Irã com apoio de Trump; Omã atua como mediador

Após ataques iranianos que causaram mortes em Israel e na região, Benjamin Netanyahu promete ofensiva total contra o Irã com apoio dos EUA, enquanto Omã media esforços para reduzir tensões.

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Foto: G1 Mundo
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28/02 às 04:00 · atualizado há 4m

Pontos principais

  • Benjamin Netanyahu anunciou uma ofensiva total contra o Irã, com o objetivo de destruir o regime iraniano, contando com o apoio estratégico dos Estados Unidos e do presidente Donald Trump.
  • Netanyahu reconheceu as perdas de vidas civis em Tel-Aviv e Beit Shemesh, expressando condolências às famílias das vítimas, após ataques iranianos.
  • Nove pessoas morreram em Beit Shemesh após o desabamento de um prédio residencial atingido por um míssil iraniano, e a escalada do conflito resultou em mortes e danos materiais também no Kuwait e nos Emirados Árabes Unidos.
  • Donald Trump declarou que a nova liderança iraniana busca diálogo com Washington e que ele está disposto a conversar, tendo recebido sinais de negociação.
  • Trump sugeriu que parte da cúpula iraniana envolvida em negociações anteriores não está mais viva após os ataques iniciados no sábado, afirmando que 48 líderes iranianos teriam sido mortos em ofensivas conjuntas de EUA e Israel.
  • Ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã, denominados 'Fúria Épica', deixaram 201 mortos e 747 feridos em 24 províncias, segundo agência Mehr e Crescente Vermelho iraniano.
  • O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi morto em um ataque aéreo israelense no sábado, enquanto estava em seu escritório, juntamente com sua filha, neto, nora e genro.
  • Três militares americanos foram mortos e cinco ficaram gravemente feridos em uma operação contra o Irã, conforme anunciado pelo Pentágono e confirmado pelo Comando Central dos EUA (Centcom).
  • A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) lançou ataques contra Israel e bases americanas em retaliação ao assassinato de Khamenei, afirmando ter atingido o quartel-general do Exército israelense em Hakirya, Tel Aviv.
  • O governo iraniano declarou 40 dias de luto nacional e sete dias de feriado geral pela morte de Khamenei, classificando o episódio como um 'crime' e prometendo “golpes terríveis” contra Israel e os EUA.
  • O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, informou ao chanceler de Omã que Teerã está aberta a 'esforços sérios' para reduzir a tensão, com Omã atuando como mediador.
  • O Estreito de Ormuz foi fechado por segurança, e companhias aéreas suspenderam voos para a região, afetando o tráfego aéreo global.

A tensão no Oriente Médio atingiu um novo patamar com a declaração do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, que prometeu uma ofensiva total contra o Irã, visando a destruição do regime iraniano. Esta operação militar conta com o apoio estratégico dos Estados Unidos e do presidente Donald Trump, intensificando o conflito após ataques iranianos que resultaram em mortes e danos significativos. Netanyahu expressou condolências às famílias das vítimas em Tel-Aviv e Beit Shemesh, onde nove pessoas morreram após o desabamento de um prédio residencial atingido por um míssil iraniano. A escalada também causou mortes e danos materiais no Kuwait e nos Emirados Árabes Unidos, evidenciando a amplitude regional dos ataques.

Esses desenvolvimentos ocorrem em meio a uma série de eventos críticos, incluindo a morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, em um ataque aéreo israelense, o que o governo iraniano classificou como um "crime" e prometeu retaliação. Em resposta, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) lançou mísseis e drones contra Israel e bases militares americanas na região. Paralelamente, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a nova liderança iraniana busca negociações com Washington, sugerindo que parte da cúpula iraniana envolvida em diálogos anteriores não está mais viva após os ataques. Trump mencionou ter recebido sinais de disposição para diálogo e afirmou que 48 líderes iranianos teriam sido mortos em ofensivas conjuntas de EUA e Israel, descrevendo as operações como rápidas e bem-sucedidas.

Os ataques iniciais coordenados entre Estados Unidos e Israel, batizados de 'Operation Epic Fury' e 'O Rugido do Ariano', já haviam resultado em 201 mortos e 747 feridos em 24 das 31 províncias do Irã. Além disso, três militares americanos foram mortos e cinco ficaram gravemente feridos em uma operação contra o Irã, conforme anunciado pelo Pentágono. A repercussão internacional foi imediata, com o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, informando ao chanceler de Omã, Badr Albusaidi, que Teerã está aberta a "esforços sérios" para reduzir a tensão, com Omã desempenhando um papel de mediador nas negociações.

Como consequência da escalada, o Estreito de Ormuz foi fechado por segurança, e companhias aéreas suspenderam voos para a região, afetando o tráfego aéreo global. Os mercados de petróleo foram impactados, com o Brent subindo significativamente e o transporte no Estreito de Hormuz paralisado. O Conselho de Segurança da ONU realizou uma reunião de emergência para discutir a situação, e líderes europeus e mundiais, incluindo a UE, França, Espanha, Reino Unido e Brasil, condenaram a ofensiva e pediram moderação, sublinhando a urgência de uma desescalada para evitar um conflito ainda maior.

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