Após ataques iranianos que causaram mortes em Israel e na região, Benjamin Netanyahu promete ofensiva total contra o Irã com apoio dos EUA, enquanto Omã media esforços para reduzir tensões.

A tensão no Oriente Médio atingiu um novo patamar com a declaração do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, que prometeu uma ofensiva total contra o Irã, visando a destruição do regime iraniano. Esta operação militar conta com o apoio estratégico dos Estados Unidos e do presidente Donald Trump, intensificando o conflito após ataques iranianos que resultaram em mortes e danos significativos. Netanyahu expressou condolências às famílias das vítimas em Tel-Aviv e Beit Shemesh, onde nove pessoas morreram após o desabamento de um prédio residencial atingido por um míssil iraniano. A escalada também causou mortes e danos materiais no Kuwait e nos Emirados Árabes Unidos, evidenciando a amplitude regional dos ataques.
Esses desenvolvimentos ocorrem em meio a uma série de eventos críticos, incluindo a morte do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, em um ataque aéreo israelense, o que o governo iraniano classificou como um "crime" e prometeu retaliação. Em resposta, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) lançou mísseis e drones contra Israel e bases militares americanas na região. Paralelamente, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a nova liderança iraniana busca negociações com Washington, sugerindo que parte da cúpula iraniana envolvida em diálogos anteriores não está mais viva após os ataques. Trump mencionou ter recebido sinais de disposição para diálogo e afirmou que 48 líderes iranianos teriam sido mortos em ofensivas conjuntas de EUA e Israel, descrevendo as operações como rápidas e bem-sucedidas.
Os ataques iniciais coordenados entre Estados Unidos e Israel, batizados de 'Operation Epic Fury' e 'O Rugido do Ariano', já haviam resultado em 201 mortos e 747 feridos em 24 das 31 províncias do Irã. Além disso, três militares americanos foram mortos e cinco ficaram gravemente feridos em uma operação contra o Irã, conforme anunciado pelo Pentágono. A repercussão internacional foi imediata, com o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, informando ao chanceler de Omã, Badr Albusaidi, que Teerã está aberta a "esforços sérios" para reduzir a tensão, com Omã desempenhando um papel de mediador nas negociações.
Como consequência da escalada, o Estreito de Ormuz foi fechado por segurança, e companhias aéreas suspenderam voos para a região, afetando o tráfego aéreo global. Os mercados de petróleo foram impactados, com o Brent subindo significativamente e o transporte no Estreito de Hormuz paralisado. O Conselho de Segurança da ONU realizou uma reunião de emergência para discutir a situação, e líderes europeus e mundiais, incluindo a UE, França, Espanha, Reino Unido e Brasil, condenaram a ofensiva e pediram moderação, sublinhando a urgência de uma desescalada para evitar um conflito ainda maior.
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