Milhares de paraquedistas dos EUA chegam ao Oriente Médio, enquanto Trump busca que países árabes ajudem a custear a guerra contra o Irã e ameaça retaliações severas, incluindo a destruição de infraestruturas críticas.
Milhares de paraquedistas da 82ª Divisão Aerotransportada do Exército dos EUA chegaram ao Oriente Médio, reforçando a presença militar americana na região. A movimentação ocorre em um momento de discussões internas no governo Trump sobre a possibilidade de enviar tropas adicionais e realizar operações terrestres no Irã. Entre as opções consideradas estão a tomada da Ilha de Kharg, a extração de urânio enriquecido e a garantia da passagem segura no Estreito de Ormuz. Embora nenhuma decisão sobre o envio de tropas para o Irã tenha sido tomada, a presença militar visa aumentar a capacidade operacional.
Simultaneamente, o presidente Donald Trump planeja pedir a países árabes que ajudem a custear a guerra contra o Irã, que já completou um mês. Trump ameaçou 'explodir e obliterar completamente' a infraestrutura vital iraniana, incluindo usinas de energia elétrica, poços de petróleo e a Ilha de Kharg, caso um acordo de cessar-fogo não seja alcançado rapidamente e o Estreito de Ormuz não seja reaberto. O presidente afirmou estar em negociações com um "regime mais razoável" para encerrar o conflito, apesar da falta de evidências de mudança de regime no Irã. As ameaças também incluem usinas de dessalinização, em retaliação pelos "muitos soldados" dos EUA que o Irã teria "massacrado e matado" durante 47 anos de "Reinado de Terror" do antigo regime. Negociações indiretas entre EUA e Irã estão ocorrendo com a intermediação do Paquistão. O uso de tropas terrestres apresenta riscos políticos significativos para Trump devido à baixa aprovação pública e promessas de evitar novos conflitos.
InfoMoney • 30 mar, 16:16
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