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Presidente do Paraguai anuncia renúncia; Brasil avança em pautas econômicas

Santiago Peña anuncia renúncia à Presidência do Paraguai em meio a juízo político, enquanto o Brasil discute crédito para empresas e a revisão da jornada 6x1.

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Foto: InfoMoney
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06/11 às 06:15, atualizado 06:31

Pontos principais

  • Santiago Peña anunciou em vídeo no X que apresentou sua renúncia à Presidência do Paraguai, na quinta-feira (5).
  • O anúncio ocorre em meio à crise do Ueno Bank e a um libelo acusatório de juízo político na Câmara de Deputados.
  • Peña diz que sua prioridade é a devolução dos depósitos pelo Fundo de Garantia de Depósitos e a proteção dos fundos públicos.
  • Em mensagem publicada mais tarde no X, Peña diz que vai se apresentar ao juízo político e exercer seu direito de defesa.
  • Peña afirma que o pagamento aos poupadores não pode ficar pendente da discussão sobre sua continuidade no cargo.
  • Ministro Flávio Dino agendou audiência sobre o fim da escala 6x1 no Brasil.
  • Comissão aprovou MP que libera R$ 22,6 bilhões em crédito para empresas brasileiras.
  • Mercados globais aguardam dados de payroll e desemprego nos Estados Unidos.

O presidente do Paraguai, Santiago Peña, anunciou em vídeo publicado no X, na quinta-feira (5), que apresentou sua renúncia ao cargo, em meio à crise do Ueno Bank e a um processo de juízo político (impeachment) na Câmara de Deputados. Peña afirma que sua prioridade é a devolução dos depósitos pelo Fundo de Garantia de Depósitos e a proteção dos fundos públicos. Em mensagem publicada mais tarde no mesmo X, ele diz que vai se apresentar ao juízo político e exercer seu direito de defesa, e que o pagamento aos poupadores não pode ficar pendente do que ocorra com ele.

No Brasil, o ministro Flávio Dino, do STF, marcou uma audiência de conciliação para debater o fim da escala de trabalho 6x1, reforçando a viabilidade jurídica da redução da jornada laboral. No âmbito econômico, o governo brasileiro obteve um avanço importante com a aprovação, em comissão especial, da MP 1.379/2026. A medida destina R$ 22,6 bilhões em crédito para empresas nacionais impactadas por sobretaxas americanas. Enquanto isso, investidores mantêm o foco nos indicadores globais, aguardando a divulgação dos dados de payroll e desemprego nos Estados Unidos, que devem ditar o ritmo dos mercados financeiros nas próximas horas.

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