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Ministério do Trabalho registra mais de 7 mil denúncias de assédio eleitoral

Luiz Marinho diz que o Ministério do Trabalho já tem mais de 7 mil denúncias de assédio eleitoral e pede que quem pensou em demitir por motivos políticos recue e se desculpe nas redes.

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Foto: Agência Brasil - EBC
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04/11 às 18:45, atualizado 19:02

Pontos principais

  • Luiz Marinho informou, na coletiva do Novo Caged de setembro, que o Ministério do Trabalho e Emprego tem mais de 7 mil denúncias de assédio eleitoral.
  • Marinho não sabe qual a proporção de denúncias reais e concretas e diz que é preciso separar as denúncias do que chamou de “encher linguiça”.
  • Quem pensou em demitir alguém por causa do resultado eleitoral deve fazer um “recuo tático” e se desculpar nas redes; nesse caso, segundo Marinho, ninguém será punido.
  • Quem demitiu por motivos políticos será severamente punido, afirma o ministro.
  • Marinho classifica a proteção contra o assédio eleitoral como a segunda prioridade do governo, depois da regulamentação das escalas por contratos coletivos.
  • A proteção vale para qualquer orientação política: um patrão petista não pode perseguir um trabalhador bolsonarista, segundo Marinho.

No Brasil, o Ministério do Trabalho e Emprego já recebeu mais de 7 mil denúncias de assédio eleitoral no ambiente de trabalho. Luiz Marinho pediu que quem chegou a pensar em demitir por causa da eleição recue publicamente e disse que o Estado não pretende unir ninguém, e sim proteger o trabalhador dos seus direitos.

A Auditoria Fiscal do Trabalho analisa os relatos, e o número de notificações não significa que todos os casos tenham sido comprovados. A legislação brasileira veda a discriminação por convicção política e prevê multas, indenizações e a reintegração de trabalhadores demitidos por esse motivo.

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