Ministério do Trabalho registra mais de 7 mil denúncias de assédio eleitoral
Luiz Marinho diz que o Ministério do Trabalho já tem mais de 7 mil denúncias de assédio eleitoral e pede que quem pensou em demitir por motivos políticos recue e se desculpe nas redes.
Pontos principais
- Luiz Marinho informou, na coletiva do Novo Caged de setembro, que o Ministério do Trabalho e Emprego tem mais de 7 mil denúncias de assédio eleitoral.
- Marinho não sabe qual a proporção de denúncias reais e concretas e diz que é preciso separar as denúncias do que chamou de “encher linguiça”.
- Quem pensou em demitir alguém por causa do resultado eleitoral deve fazer um “recuo tático” e se desculpar nas redes; nesse caso, segundo Marinho, ninguém será punido.
- Quem demitiu por motivos políticos será severamente punido, afirma o ministro.
- Marinho classifica a proteção contra o assédio eleitoral como a segunda prioridade do governo, depois da regulamentação das escalas por contratos coletivos.
- A proteção vale para qualquer orientação política: um patrão petista não pode perseguir um trabalhador bolsonarista, segundo Marinho.
No Brasil, o Ministério do Trabalho e Emprego já recebeu mais de 7 mil denúncias de assédio eleitoral no ambiente de trabalho. Luiz Marinho pediu que quem chegou a pensar em demitir por causa da eleição recue publicamente e disse que o Estado não pretende unir ninguém, e sim proteger o trabalhador dos seus direitos.
A Auditoria Fiscal do Trabalho analisa os relatos, e o número de notificações não significa que todos os casos tenham sido comprovados. A legislação brasileira veda a discriminação por convicção política e prevê multas, indenizações e a reintegração de trabalhadores demitidos por esse motivo.
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