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Modelo econômico de Milei divide Argentina antes da reeleição

Segundo a Secretaria de Trabalho, o emprego assalariado registrado caiu na Argentina e subiu em poucas províncias, o que pressiona a popularidade de Milei a um ano da reeleição.

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30/10 às 07:00, atualizado 08:02

Pontos principais

  • Segundo a Secretaria de Trabalho, o emprego assalariado registrado caiu 1,5% em julho de 2026 ante julho de 2025, com 155,3 mil trabalhadores a menos.
  • No setor privado a queda foi de 2,2%, ou 134,5 mil trabalhadores; no público, de 0,7%.
  • Só Neuquén (+5,4%), Río Negro (+3,5%) e San Juan (+1,2%) tiveram alta anual entre as 24 jurisdições.
  • A província de Buenos Aires perdeu 3,1%, a Cidade Autônoma de Buenos Aires (CABA) 1,3% e Mendoza 4,9%.
  • Tierra del Fuego teve a maior queda, de 13%.

O modelo econômico implementado pelo presidente Javier Milei tem provocado divisões na Argentina, com novos ganhos e perdas entre as regiões. A Secretaria de Trabalho, Emprego e Seguridade Social mede a variação do emprego registrado por jurisdição, mas não analisa as causas dessas diferenças. Os dados de julho são provisórios.

A popularidade do presidente é testada a um ano da eleição em que buscará a reeleição.

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