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PF diz que restrição de passaportes não torna Flávio Bolsonaro foragido

No Brasil, a Polícia Federal informou que restrições a documentos de viagem não tornam o senador Flávio Bolsonaro foragido nem autorizam prisão; ele não entregou passaportes de outras nacionalidades no prazo de 24 horas.

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Foto: Folha de São Paulo - Política
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28/10 às 15:02

Pontos principais

  • Em 25 de outubro, a PF representou ao STF, na PET nº 16877/DF, por medidas cautelares contra o senador, por identificar risco de saída do Brasil: apreensão de passaportes, proibição de saída do país e restrição de contato com outros investigados.
  • Em 26 de outubro, o senador foi intimado a entregar eventuais passaportes de outras nacionalidades em 24 horas, o que não ocorreu.
  • Os passaportes comum e diplomático emitidos pelo Brasil foram cancelados, e um alerta migratório foi inserido no sistema SONAR.
  • Não há registro oficial de saída do senador pelos postos de controle migratório brasileiros.
  • Segundo a PF, restrições relacionadas a documentos de viagem, por si só, não caracterizam a condição de foragido nem autorizam prisão, vigilância permanente ou outras medidas cautelares.
  • A PF investiga as circunstâncias do descumprimento das ordens judiciais, atuando nos limites da legislação.

A Polícia Federal informou que restrições relacionadas a documentos de viagem, por si só, não caracterizam a condição de foragido do senador Flávio Bolsonaro nem autorizam prisão, vigilância permanente ou outras medidas cautelares. A manifestação segue a representação enviada ao Supremo Tribunal Federal em 25 de outubro, no âmbito da PET nº 16877/DF, na qual a corporação pediu a apreensão de passaportes, a proibição de saída do país e a restrição de contato com outros investigados, por identificar risco de saída do Brasil.

Na manhã de 26 de outubro, o senador foi intimado a entregar eventuais passaportes de outras nacionalidades em 24 horas, o que não ocorreu. Os passaportes comum e diplomático emitidos pelo Brasil foram cancelados e um alerta migratório foi inserido no sistema SONAR. Não há registro oficial de saída do parlamentar pelos postos de controle migratório brasileiros, e a PF investiga as circunstâncias do descumprimento das ordens judiciais, atuando nos limites da legislação.

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