Macron promete firmeza contra protestos na França
O presidente Emmanuel Macron reafirmou apoio às forças de segurança e prometeu rigor contra a desordem em meio a uma onda de protestos sociais.
Pontos principais
- Emmanuel Macron declarou em Marselha que o governo não recuará diante das manifestações.
- O governo prepara medidas de segurança reforçadas para os próximos atos em 31 de outubro e 5 de novembro.
- Cerca de 1.500 pessoas foram detidas nos protestos do último fim de semana, com registros de feridos.
- O presidente criticou o uso de redes sociais na mobilização de atos violentos.
O presidente francês Emmanuel Macron reafirmou seu compromisso com a manutenção da ordem pública durante uma visita a Marselha. Diante da escalada de protestos que atinge o país desde setembro, o mandatário declarou que o governo não recuará frente à desordem e manifestou total apoio às forças de segurança. A administração prepara um esquema de segurança reforçado para as próximas manifestações agendadas para o final de outubro e início de novembro, visando conter a violência que resultou em centenas de feridos e cerca de 1.500 prisões no último fim de semana.
Além da postura rígida, o governo busca negociar demandas específicas com grupos estudantis, incluindo reformas no sistema de admissão universitária Parcoursup e investimentos na educação. O primeiro-ministro Sébastien Lecornu lidera as tratativas para tentar apaziguar as tensões sociais, enquanto Macron aponta a influência das redes sociais na organização de impulsos violentos durante os atos.
