A política da França opera sob um sistema semipresidencialista da Quinta República, onde o Presidente detém poderes significativos em política externa e defesa, enquanto o Primeiro-Ministro gerencia a política interna. O país, com forte tradição democrática e influência na União Europeia, enfrenta debates sobre soberania nacional e integração europeia. O cenário atual é marcado pela ascensão da ultradireita, com figuras como Marine Le Pen e Jordan Bardella, e por importantes desenvolvimentos como o julgamento de Le Pen e investimentos militares, moldando as expectativas para as eleições presidenciais de 2027.
A política da França é caracterizada por um sistema semipresidencialista, onde o Presidente da República detém poderes significativos, especialmente em política externa e defesa, enquanto o Primeiro-Ministro e o governo são responsáveis pela política interna e pela maioria das leis. O país possui uma longa tradição democrática e um papel influente na União Europeia e no cenário global. O cenário político atual é marcado por debates sobre a soberania nacional, o papel do Estado e a integração europeia, com a ascensão de partidos de ultradireita e a expectativa para as eleições presidenciais de 2027.
A França é uma república unitária com um sistema político baseado na Constituição da Quinta República, adotada em 1958. Este sistema foi desenhado para garantir a estabilidade governamental após um período de instabilidade política. O Presidente é eleito por sufrágio universal direto para um mandato de cinco anos, e o Primeiro-Ministro é nomeado pelo Presidente, mas deve ter o apoio da maioria na Assembleia Nacional. A política francesa é marcada por um debate contínuo sobre a soberania nacional, o papel do Estado e a integração europeia, com a crescente influência de figuras e partidos da ultradireita, como o Reunião Nacional, que se tornaram atores chave na disputa pelo Palácio do Eliseu.