Nunes afirma que oferta de ônibus em SP superou demanda no 2º turno
Justiça Eleitoral de São Paulo obrigou o município a oferecer 100% da frota de dias úteis no 2º turno; Nunes diz que a oferta superou a demanda.
Pontos principais
- Ricardo Nunes afirma que a frota de ônibus foi superior à demanda no dia da votação.
- No sábado (24/10), o juiz Tiago Ducatti Machado, da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, determinou 100% da frota praticada em dias úteis regulares à disposição no domingo.
- A decisão atendeu a pedido em ação popular de parlamentares do PSOL e cita o art. 23 da Resolução TSE nº 23.751/2026.
- Descumprimento: multa de R$ 100 mil ao prefeito Ricardo Nunes e ao presidente da SPTrans, além de possível crime eleitoral.
- Passageiros relataram pontos lotados e longas esperas em diversas regiões da capital paulista.
- O PT denunciou que a cidade operava com apenas 60% da frota durante o pleito.
- A SPTrans justificou dificuldades operacionais para cumprir a ordem judicial devido ao curto prazo.
No sábado (24/10), o juiz Tiago Ducatti Machado, da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, determinou que o município de São Paulo, no Brasil, colocasse à disposição da população, no domingo do 2º turno das Eleições 2026, 100% da frota de ônibus praticada em dias úteis regulares. A decisão atendeu a pedido em ação popular de parlamentares do PSOL e se apoia no art. 23 da Resolução TSE nº 23.751/2026, que prevê transporte coletivo gratuito nos dias de votação com frequência compatível com a dos dias úteis.
A decisão trata da oferta de veículos, não da demanda de passageiros, que é o ponto da defesa de Nunes. O descumprimento sujeita o prefeito e o presidente da SPTrans a multa de R$ 100 mil, e pode caracterizar crime eleitoral.
