Ricardo Nunes é uma figura pública que ganhou destaque recentemente devido à prisão e posterior soltura de sua irmã, Janaína Reis Miron, identificada pelo sistema Smart Sampa. Mais notavelmente, Nunes, prefeito de São Paulo, fez declarações fortes em março de 2026, elogiando a prisão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, na Operação Compliance Zero. Ele expressou o desejo de que Vorcaro "morra lá (na cadeia) até apodrecer", em meio a revelações sobre a proximidade do banqueiro com diversas autoridades e políticos brasileiros.
Ricardo Nunes é uma figura pública que ganhou destaque no noticiário em função de acontecimentos envolvendo sua irmã, Janaína Reis Miron, e, mais recentemente, por suas declarações contundentes sobre a prisão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Em 16 de janeiro de 2026, Janaína Reis Miron, irmã de Ricardo Nunes, foi presa em São Paulo. A prisão ocorreu após sua identificação pelo sistema de reconhecimento facial Smart Sampa. Janaína possuía mandados de prisão em aberto por descumprimento de penas. Após ser detida, ela foi levada sob custódia e, posteriormente, liberada por decisão judicial.
Em 6 de março de 2026, Ricardo Nunes, prefeito de São Paulo, fez declarações públicas sobre a prisão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, durante a inauguração do parque do Aricanduva. Nunes elogiou a prisão de Vorcaro, alvo da terceira fase da Operação Compliance Zero, referindo-se a ele como "desgraçado" e expressando o desejo de que ele "morra lá (na cadeia) até apodrecer". Ele também manifestou o desejo de que autoridades envolvidas no escândalo fossem punidas, citando ministros, deputados e senadores. A Operação Compliance Zero revelou mensagens no celular de Vorcaro que sugerem proximidade com diversas autoridades e políticos brasileiros, incluindo o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, o senador Ciro Nogueira e o ministro do STF Alexandre de Moraes. Também foram revelados detalhes sobre um contrato milionário do Banco Master com a esposa de Moraes e o envolvimento do ministro Dias Toffoli em negócios com fundos acionistas do cunhado de Vorcaro, levando Toffoli a renunciar à relatoria de um caso do Master no STF. A investigação também apontou que Vorcaro mantinha uma "milícia privada" para coletar informações, espionar e ameaçar adversários, autoridades e jornalistas.