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Linguagem corporal de Flávio Bolsonaro em debate é comparada a táticas de Trump

Analistas apontam que Flávio Bolsonaro utilizou táticas de intimidação e presença física similares às de Donald Trump durante o debate contra Lula.

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Foto: Folha de São Paulo - Política
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19/10 às 16:15, atualizado 23:15

Pontos principais

  • Flávio Bolsonaro caminhou atrás de Lula durante as falas do presidente no debate da Band em 18 de outubro de 2026.
  • Especialistas em comunicação política classificam a estratégia como uma tentativa de exercer pressão psicológica.
  • Linguistas associam o comportamento a uma tendência de líderes populistas em adotar o estilo performático de Donald Trump.
  • A performance atual do candidato é apontada como uma mudança em relação à sua postura contida na eleição municipal de 2016.
  • Analistas sugerem que o novo estilo de Flávio Bolsonaro incorpora influências de figuras como Pablo Marçal e Jair Bolsonaro.
  • A imprensa internacional destacou que a postura do senador visava gerar conteúdo viral em detrimento de discussões programáticas.

Durante o primeiro debate presidencial do segundo turno, realizado pela Band no dia 18 de outubro de 2026, a postura de Flávio Bolsonaro chamou a atenção de especialistas em comunicação política. O senador adotou uma estratégia de se posicionar constantemente atrás de Luiz Inácio Lula da Silva enquanto o presidente falava, uma tática que analistas compararam diretamente ao estilo performático utilizado por Donald Trump em confrontos eleitorais anteriores. Segundo especialistas, a movimentação busca manter o candidato no centro das atenções e exercer pressão psicológica sobre o oponente.

A performance observada marca um contraste significativo com a participação de Flávio Bolsonaro na eleição municipal de 2016, quando o político teve uma postura mais contida e chegou a passar mal durante um debate. Analistas políticos indicam que o comportamento atual reflete uma estratégia deliberada, incorporando elementos de comunicação associados a figuras como Pablo Marçal e Jair Bolsonaro. O linguista Christopher Hart observou que líderes populistas frequentemente adotam esses elementos performáticos para engajar o eleitorado, embora a eficácia dessa tática na conquista de votos indecisos ainda seja debatida entre especialistas.

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