Infantino pede desculpas por plano de venda da Fifa e enfrenta oposição
Presidente da Fifa se desculpa por omitir projeto de comercialização de torneios enquanto Arsène Wenger ganha força como rival na eleição de 2027.
Pontos principais
- Gianni Infantino pediu desculpas ao Conselho da Fifa por ocultar planos de criação da subsidiária Fifa Forward Enterprise.
- O projeto visava vender uma participação minoritária da entidade para o investidor Joshua Kushner.
- A proposta gerou ameaças de boicote por parte de confederações como Uefa, AFC e Concacaf.
- Arsène Wenger, atual chefe de desenvolvimento global, é cotado como oponente de Infantino no pleito de março de 2027.
- O prazo final para a formalização de candidaturas à presidência da Fifa encerra-se em 18 de novembro.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, pediu desculpas formais aos membros do Conselho da entidade após a revelação de planos para a criação da Fifa Forward Enterprise. A subsidiária teria como objetivo comercializar torneios, incluindo a Copa do Mundo, com a venda de uma participação minoritária para Joshua Kushner, da Thrive Capital. A iniciativa provocou forte reação negativa de confederações como Uefa, AFC e Concacaf, que chegaram a ameaçar boicotes às competições oficiais da organização.
Em meio à crise interna, o nome de Arsène Wenger, atual chefe de desenvolvimento global da Fifa, ganhou força como um possível oponente de Infantino na próxima eleição presidencial. O pleito está agendado para março de 2027, durante o 77º Congresso da Fifa em Rabat, onde também será debatida a distribuição de US$ 6,35 bilhões para federações nacionais. Os interessados em disputar o cargo têm até o dia 18 de novembro para oficializar suas candidaturas.
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