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EBC nega responsabilidade por falha em propaganda de Flávio Bolsonaro

No Brasil, o TSE atribui a falha de áudio da propaganda de Flávio Bolsonaro, exibida sem áudio em 12 de outubro, a um problema técnico no pool de mídias e informa que ela será reexibida; a EBC nega participação.

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Foto: Folha de São Paulo - Política
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15/10 às 18:45, atualizado 20:15

Pontos principais

  • A campanha de Flávio Bolsonaro buscou investigar a falha de áudio na propaganda eleitoral exibida em 12 de outubro, às 13h.
  • O TSE atribui a falha a um problema técnico no pool de mídias: o áudio das duas propagandas presidenciais do bloco não foi carregado na finalização, antes da exibição.
  • O TSE afirma que havia tempo para corrigir antes da segunda propaganda, a de Luiz Inácio Lula da Silva.
  • O TSE informa que a propaganda de Flávio Bolsonaro, já corrigida, será reexibida, nos termos da Resolução 23.776/2026.
  • A EBC afirma que a falha atingiu igualmente todas as emissoras do horário eleitoral e a classifica como técnica.
  • A EBC diz que a operação estava a cargo da TV Senado naquele dia e que a exibição da propaganda presidencial cabe ao pool de emissoras organizado pela Abert, conforme o art. 64 da Resolução TSE 23.610/2019.
  • A EBC chama de perseguição com viés de violência política de gênero as críticas dirigidas à sua presidente, Antonia Pellegrino.

A campanha do senador Flávio Bolsonaro acionou a Justiça Eleitoral para investigar a falha que deixou sem som sua propaganda eleitoral gratuita na televisão brasileira, exibida na segunda-feira (12). O Tribunal Superior Eleitoral atribui a falha a um problema técnico no pool de mídias: o áudio das duas propagandas presidenciais do bloco das 13h não foi carregado na finalização, antes da exibição. Havia tempo para corrigir antes da segunda propaganda, a de Luiz Inácio Lula da Silva, e a de Flávio Bolsonaro foi corrigida e será reexibida, nos termos da Resolução 23.776/2026.

A EBC divulgou nota dizendo que não teve participação na falha, que classifica como técnica e que atingiu igualmente todas as emissoras do horário eleitoral. Segundo a empresa, a operação estava a cargo da TV Senado naquele dia, e a exibição da propaganda presidencial é responsabilidade do pool organizado pela Abert, conforme o art. 64 da Resolução TSE 23.610/2019. A EBC também chama de perseguição com viés de violência política de gênero as críticas dirigidas à sua presidente, Antonia Pellegrino.

Fontes primárias

Empresa Brasil de Comunicação (EBC)

Nota à imprensa: EBC reafirma que não teve participação em falha na exibição do programa do candidato Flávio Bolsonaro

A EBC reafirma não ter participação na falha de áudio do programa eleitoral do PL exibido em 12/10 às 13h. A falha atingiu igualmente todas as emissoras do horário eleitoral; a operação de exibição da propaganda presidencial é responsabilidade do pool de emissoras, organizado pela ABERT (art. 64 da Resolução TSE nº 23.610/2019; plano de mídia do 2º turno, Resolução TSE nº 23.778/2026). No dia, a operação estava a cargo da TV Senado, e a divisão de tarefas no pool é definida pela ABERT. A nota classifica o episódio como falha técnica e rebate acusações dirigidas à presidente da empresa, Antonia Pellegrino, que chama de perseguição com viés de violência política de gênero. Conclui que a EBC refuta a informação de que foi responsável por qualquer erro.

Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

Nota oficial — Falha no carregamento de áudios afeta propagandas eleitorais na televisão

O TSE esclarece que o problema de áudio do horário eleitoral de Flávio Bolsonaro em 12/10 ocorreu por problema técnico no Pool de Mídias. Na finalização das mídias, antes da exibição, não foram carregados os áudios de nenhuma das duas propagandas em bloco de 12/10 às 13h para presidente da República. Houve tempo hábil para corrigir antes da segunda propaganda (Lula). O arquivo da propaganda de Flávio foi corrigido e será reexibido, nos termos da Resolução 23.776/2026.

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