EBC nega responsabilidade por falha em propaganda de Flávio Bolsonaro
No Brasil, o TSE atribui a falha de áudio da propaganda de Flávio Bolsonaro, exibida sem áudio em 12 de outubro, a um problema técnico no pool de mídias e informa que ela será reexibida; a EBC nega participação.
Pontos principais
- A campanha de Flávio Bolsonaro buscou investigar a falha de áudio na propaganda eleitoral exibida em 12 de outubro, às 13h.
- O TSE atribui a falha a um problema técnico no pool de mídias: o áudio das duas propagandas presidenciais do bloco não foi carregado na finalização, antes da exibição.
- O TSE afirma que havia tempo para corrigir antes da segunda propaganda, a de Luiz Inácio Lula da Silva.
- O TSE informa que a propaganda de Flávio Bolsonaro, já corrigida, será reexibida, nos termos da Resolução 23.776/2026.
- A EBC afirma que a falha atingiu igualmente todas as emissoras do horário eleitoral e a classifica como técnica.
- A EBC diz que a operação estava a cargo da TV Senado naquele dia e que a exibição da propaganda presidencial cabe ao pool de emissoras organizado pela Abert, conforme o art. 64 da Resolução TSE 23.610/2019.
- A EBC chama de perseguição com viés de violência política de gênero as críticas dirigidas à sua presidente, Antonia Pellegrino.
A campanha do senador Flávio Bolsonaro acionou a Justiça Eleitoral para investigar a falha que deixou sem som sua propaganda eleitoral gratuita na televisão brasileira, exibida na segunda-feira (12). O Tribunal Superior Eleitoral atribui a falha a um problema técnico no pool de mídias: o áudio das duas propagandas presidenciais do bloco das 13h não foi carregado na finalização, antes da exibição. Havia tempo para corrigir antes da segunda propaganda, a de Luiz Inácio Lula da Silva, e a de Flávio Bolsonaro foi corrigida e será reexibida, nos termos da Resolução 23.776/2026.
A EBC divulgou nota dizendo que não teve participação na falha, que classifica como técnica e que atingiu igualmente todas as emissoras do horário eleitoral. Segundo a empresa, a operação estava a cargo da TV Senado naquele dia, e a exibição da propaganda presidencial é responsabilidade do pool organizado pela Abert, conforme o art. 64 da Resolução TSE 23.610/2019. A EBC também chama de perseguição com viés de violência política de gênero as críticas dirigidas à sua presidente, Antonia Pellegrino.
Fontes primárias
Nota à imprensa: EBC reafirma que não teve participação em falha na exibição do programa do candidato Flávio Bolsonaro
A EBC reafirma não ter participação na falha de áudio do programa eleitoral do PL exibido em 12/10 às 13h. A falha atingiu igualmente todas as emissoras do horário eleitoral; a operação de exibição da propaganda presidencial é responsabilidade do pool de emissoras, organizado pela ABERT (art. 64 da Resolução TSE nº 23.610/2019; plano de mídia do 2º turno, Resolução TSE nº 23.778/2026). No dia, a operação estava a cargo da TV Senado, e a divisão de tarefas no pool é definida pela ABERT. A nota classifica o episódio como falha técnica e rebate acusações dirigidas à presidente da empresa, Antonia Pellegrino, que chama de perseguição com viés de violência política de gênero. Conclui que a EBC refuta a informação de que foi responsável por qualquer erro.
Nota oficial — Falha no carregamento de áudios afeta propagandas eleitorais na televisão
O TSE esclarece que o problema de áudio do horário eleitoral de Flávio Bolsonaro em 12/10 ocorreu por problema técnico no Pool de Mídias. Na finalização das mídias, antes da exibição, não foram carregados os áudios de nenhuma das duas propagandas em bloco de 12/10 às 13h para presidente da República. Houve tempo hábil para corrigir antes da segunda propaganda (Lula). O arquivo da propaganda de Flávio foi corrigido e será reexibido, nos termos da Resolução 23.776/2026.
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