Fifa estuda distribuir reservas a associações após pressão
Gianni Infantino sinalizou o repasse de recursos às confederações após pressão de entidades continentais contra planos de investimento privado.
Pontos principais
- Uefa, Concacaf e AFC sugeriram o repasse de US$ 10 milhões para cada associação filiada.
- A proposta surgiu como alternativa à venda de 20% de uma subsidiária da Fifa.
- A entidade projeta encerrar o ciclo 2023-2026 com US$ 6 bilhões em reservas.
- O Conselho da Fifa analisará as propostas em reunião no dia 15 de outubro.
- A eleição para a presidência da entidade ocorrerá em 28 de março, em Rabat.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, sinalizou a possibilidade de distribuir parte das reservas da entidade entre as associações filiadas. A medida surge como uma resposta direta à pressão exercida por confederações como Uefa, Concacaf e AFC, que propuseram o repasse de US$ 10 milhões para cada membro. A iniciativa busca oferecer uma alternativa ao plano original da Fifa, que previa a venda de 20% de uma subsidiária para atrair investimentos privados.
A expectativa é que a Fifa encerre o ciclo financeiro de 2023 a 2026 com um montante de US$ 6 bilhões em reservas. O secretário-geral da entidade, Mattias Grafstrom, está encarregado de consolidar as propostas para que sejam submetidas ao Conselho da Fifa em reunião agendada para o dia 15 de outubro. O tema ganha relevância adicional devido à proximidade da eleição presidencial da organização, marcada para 28 de março em Rabat, no Marrocos.
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