Projeto de lei propõe reservar 30% de vagas em contratos públicos para mulheres
Proposta amplia a cota atual de 8% para 30% em serviços contínuos, priorizando mulheres vítimas de violência doméstica e familiar.
Pontos principais
- O PL 3361/26 estabelece reserva de 30% das vagas em contratos de serviços contínuos do governo para mulheres.
- A medida prioriza sobreviventes de violência doméstica e tentativa de feminicídio.
- O texto garante o sigilo da identidade das beneficiárias durante o processo de contratação.
- A legislação federal vigente exige atualmente a reserva de pelo menos 8% das vagas para vítimas de violência.
- O projeto tramitará pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher, Finanças e Tributação e Constituição e Justiça.
O Projeto de Lei 3361/26 propõe ampliar a reserva de vagas de trabalho em contratos de serviços contínuos da administração pública para mulheres, elevando o percentual para 30%. A iniciativa busca fortalecer a autonomia financeira de mulheres em situação de vulnerabilidade, com foco especial em vítimas de violência doméstica e sobreviventes de tentativa de feminicídio. Para proteger a integridade das trabalhadoras, o texto assegura o sigilo da identidade das beneficiadas pela reserva.
Atualmente, a legislação federal já prevê uma cota mínima de 8% para vítimas de violência em contratos que contam com 25 ou mais colaboradores. Caso aprovada, a nova regra representará um aumento significativo na oferta de postos de trabalho voltados a esse público. A proposta segue agora para análise das comissões de Defesa dos Direitos da Mulher, de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
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