Governo justifica reajuste de 15% no Bolsa Família como recomposição
Ministro Dario Durigan afirma que aumento visa repor a inflação e nega caráter eleitoreiro, destacando conformidade com o Orçamento federal.
Pontos principais
- O reajuste de 15% no Bolsa Família foi definido pelo governo como uma recomposição inflacionária, sem ganho real.
- O ministro da Fazenda, Dario Durigan, negou que a medida tenha finalidade eleitoreira e afirmou que o gasto está previsto no Orçamento.
- A redução no número de beneficiários foi atribuída a revisões cadastrais e ao aumento da formalização no mercado de trabalho.
- O governo planeja endurecer as regras para apostas online, focando em tributação e proteção ao consumidor.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu o reajuste de 15% no Bolsa Família, classificando a medida como uma recomposição do poder de compra frente à inflação e não como um aumento real de despesas. Em declarações recentes, o ministro negou que a decisão possua caráter eleitoreiro, reforçando que o benefício está devidamente contemplado dentro das previsões orçamentárias do governo para o período.
Além do tema social, o governo sinalizou que pretende endurecer as regulamentações para o setor de apostas online no Brasil. O foco das novas diretrizes inclui o aprimoramento da tributação, medidas de prevenção à lavagem de dinheiro e o reforço na proteção ao consumidor, mantendo, segundo Durigan, o compromisso da gestão com a trajetória de melhora das contas públicas.
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