Governo reajusta Bolsa Família em 15% a partir de outubro
O governo federal elevou o benefício mínimo para R$ 691, afirmando que o reajuste baseado no INPC não viola a legislação eleitoral.
Pontos principais
- O valor mínimo do Bolsa Família sobe de R$ 600 para R$ 691 a partir de 1º de outubro.
- O reajuste de 15% reflete a inflação acumulada pelo INPC entre março de 2023 e agosto de 2026.
- O Ministério da Fazenda e a AGU garantem que a medida é uma reposição inflacionária e não fere restrições eleitorais.
- O impacto do programa é projetado entre 1,2% e 1,25% do PIB para 2027.
- A decisão ocorre durante o período de campanha eleitoral de 2026.
O governo federal oficializou um reajuste de 15% no Bolsa Família, elevando o benefício mínimo de R$ 600 para R$ 691 a partir de 1º de outubro. A medida, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, visa repor a inflação acumulada pelo INPC entre março de 2023 e agosto de 2026, elevando também o valor médio do auxílio para R$ 777.
Diante da proximidade das eleições de 2026, o Ministério da Fazenda e a Advocacia-Geral da União (AGU) reforçaram que o reajuste não viola a legislação eleitoral. Segundo as autoridades, a correção baseada estritamente na inflação, sem ampliação do público beneficiário, difere de aumentos reais proibidos pelo ordenamento jurídico. O governo projeta que o programa consumirá entre 1,2% e 1,25% do PIB em 2027.
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