EUA iniciam ataques contra alvos da Guarda Revolucionária no Irã
Forças americanas atacaram instalações do IRGC em resposta a investidas iranianas contra navios comerciais e militares no Estreito de Ormuz.
Pontos principais
- O Comando Central dos EUA (CENTCOM) iniciou ataques contra alvos do Corpo de Guardas da Revolução Islâmica (IRGC) no Irã em 1º de setembro de 2026.
- A ofensiva foi motivada por tentativas recentes do IRGC de atacar embarcações comerciais no Estreito de Ormuz e militares americanos na região.
- Instalações de defesa aérea, radares e sistemas de comunicação foram alvos da operação militar norte-americana.
- O Irã respondeu com o lançamento de mísseis e drones contra posições dos Estados Unidos, incluindo alvos na Jordânia.
- Autoridades iranianas relataram explosões em diversas localidades, incluindo o aeroporto de Jiroft e cidades costeiras como Chabahar.
- Os preços do petróleo Brent e WTI registraram alta de aproximadamente 4,5% e 5%, respectivamente, após o anúncio dos ataques.
- O presidente Donald Trump classificou a ação como justificada e alertou para novas retaliações caso o Irã mantenha a ofensiva.
As forças dos Estados Unidos iniciaram, às 12h do dia 1º de setembro de 2026, uma série de ataques contra alvos estratégicos do Corpo de Guardas da Revolução Islâmica (IRGC) em território iraniano. Segundo o Comando Central dos EUA (CENTCOM), a operação foi uma resposta direta a investidas recentes do Irã contra navios comerciais no Estreito de Ormuz e contra pessoal militar americano destacado no Oriente Médio. A ofensiva atingiu infraestruturas críticas, incluindo sistemas de defesa aérea, radares e centros de comunicação da Guarda Revolucionária.
Em retaliação, o governo iraniano lançou uma ofensiva utilizando mísseis e drones contra bases e posições dos Estados Unidos na região, com registros de ataques direcionados à Jordânia. Relatos da mídia estatal iraniana indicam explosões em diversos pontos do país, como o aeroporto de Jiroft, na província de Kerman, e em cidades costeiras como Chabahar e Konarak. Embora o Irã tenha denunciado danos a áreas civis, não há confirmação independente sobre a extensão total dos impactos causados pelos bombardeios norte-americanos.
O presidente Donald Trump manifestou apoio à operação, classificando-a como uma medida justificada para proteger os interesses americanos e a segurança da navegação comercial. O conflito gerou instabilidade imediata nos mercados globais, com o petróleo Brent e o WTI apresentando valorizações de cerca de 4,5% e 5%, respectivamente. A escalada das tensões mantém a região em estado de alerta, com o Bahrein emitindo avisos de segurança para seus cidadãos, enquanto Teerã promete um "castigo severo" em resposta às ações militares dos Estados Unidos.
Fonte primária
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