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Reeleição de Gianni Infantino na Fifa enfrenta resistência global

A reeleição de Gianni Infantino em 2027 divide federações, com apoio regional e forte oposição europeia devido a polêmicas sobre direitos comerciais.

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Foto: Máquina do Esporte
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14/08 às 14:45

Pontos principais

  • A Confederação de Futebol da Oceania e seis países da Liga Árabe apoiam a permanência de Infantino.
  • Nova Zelândia e cinco federações europeias retiraram formalmente o apoio ao dirigente.
  • A oposição critica a venda de direitos da Copa do Mundo a investidores ligados a Donald Trump.
  • Infantino necessita de 106 votos entre os 211 membros para garantir um novo mandato em março de 2027.

A corrida pela reeleição de Gianni Infantino à presidência da Fifa, marcada para março de 2027, intensificou as divisões políticas dentro da entidade. Enquanto a Confederação de Futebol da Oceania e seis nações da Liga Árabe declararam suporte ao atual mandatário, uma frente de oposição liderada pela Uefa ganha força. Países como Irlanda, Inglaterra, País de Gales, Noruega e Irlanda do Norte formalizaram a retirada de apoio, acompanhados pela Nova Zelândia, que rompeu com sua confederação regional. O principal ponto de atrito é o projeto Fifa Forward Enterprise, que prevê a venda de direitos comerciais da Copa do Mundo a investidores associados ao presidente dos EUA, Donald Trump. A gestão de Infantino agora enfrenta o desafio de assegurar os 106 votos necessários para sua permanência, sob a ameaça de boicotes organizados pelas federações europeias insatisfeitas com a condução dos negócios da entidade.

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