Gestão de Infantino na Fifa enfrenta divisão e incerteza eleitoral
Planos de venda de participações em torneios geram oposição interna e incertezas sobre a reeleição de Gianni Infantino na presidência da Fifa.
Pontos principais
- Uefa, Concacaf e AFC acusam a liderança da Fifa de quebra de confiança após planos de privatização de competições.
- Infantino mantém apoio estratégico na África e América do Sul através do programa de investimentos Fifa Forward.
- Victor Montagliani e o xeque Salman Bin Ibrahim Al-Khalifa surgem como possíveis oponentes na eleição de março.
- O prazo para o registro de candidaturas à presidência da entidade encerra-se em novembro.
A gestão de Gianni Infantino na Fifa enfrenta um cenário de crescente instabilidade política, intensificado pela proposta de abrir a Copa do Mundo a investidores privados. A iniciativa gerou uma carta conjunta de confederações como Uefa, Concacaf e AFC, que apontam uma quebra de confiança na liderança atual. Enquanto a oposição ganha corpo, o cenário eleitoral para o próximo mandato permanece incerto, com divisões geográficas claras entre as associações membros. Apesar da pressão, Infantino ainda conta com aliados importantes na África e na América do Sul, regiões beneficiadas pelo programa Fifa Forward. Com o prazo para o anúncio de candidaturas definido para novembro e a eleição agendada para março do próximo ano, nomes como Victor Montagliani e o xeque Salman Bin Ibrahim Al-Khalifa são ventilados como possíveis alternativas ao atual presidente.
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