Uefa articula destituição de Gianni Infantino da presidência da Fifa
A Uefa lidera um movimento para remover Infantino do comando da Fifa após a polêmica tentativa de privatizar ativos comerciais da entidade.
Pontos principais
- A Uefa planeja pressionar pela renúncia de Gianni Infantino ou iniciar um processo formal de destituição.
- A crise foi motivada pelo projeto FIFA Forward Enterprise, que buscava atrair capital privado para a entidade.
- O projeto foi cancelado após forte resistência de confederações como Uefa, Concacaf e AFC.
- Funcionários da Fifa criaram o movimento 'Kill the Monster' para barrar a iniciativa internamente.
- Carlos Cordeiro, assessor sênior de Infantino, renunciou ao cargo em protesto contra a proposta.
A Uefa articula um movimento para destituir Gianni Infantino da presidência da Fifa, em resposta à tentativa do dirigente de implementar o projeto FIFA Forward Enterprise. A proposta visava atrair investidores privados para ativos comerciais da entidade, gerando forte oposição de confederações como Uefa, Concacaf e AFC. O desgaste político foi agravado por uma resistência interna, apelidada de 'Kill the Monster', que culminou na demissão do assessor sênior Carlos Cordeiro e em críticas de figuras políticas como Andy Burnham. Embora a Fifa tenha retirado o projeto diante da pressão, a crise expôs uma fragilidade na governança de Infantino, que agora enfrenta um ultimato de lideranças do futebol europeu. A movimentação marca um dos momentos de maior instabilidade na gestão do dirigente suíço, levantando questionamentos sobre a continuidade de seu mandato frente à perda de apoio institucional.
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