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Projeto de lei garante acessibilidade em processos seletivos universitários

Proposta na Câmara assegura atendimento especializado e tempo adicional para candidatos com deficiências em exames como o Enem.

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Foto: Câmara dos Deputados
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06/08 às 16:03

Pontos principais

  • O Projeto de Lei 1697/26 altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação para incluir regras de acessibilidade em seleções de ensino superior.
  • A medida prevê recursos como braile, lupas, calculadoras e acompanhamento especializado para candidatos com deficiências ou condições específicas.
  • Candidatos com TEA, dislexia, deficiência intelectual, surdocegueira e diabetes tipo I terão direito a tempo adicional de prova.
  • O Ministério da Educação ficará responsável por atualizar a lista de condições atendidas e os recursos de acessibilidade necessários.
  • A matéria tramita em caráter conclusivo na Câmara dos Deputados e passará por três comissões temáticas antes de seguir ao Senado.

O Projeto de Lei 1697/26 busca assegurar a equidade no acesso ao ensino superior ao estabelecer diretrizes obrigatórias para a inclusão de pessoas com deficiência ou condições específicas em processos seletivos, como o Enem. A proposta detalha uma série de adaptações necessárias, incluindo o uso de tecnologias assistivas, como leitores e lupas, além de garantir tempo adicional para estudantes com diagnósticos como transtorno do espectro autista (TEA), dislexia e diabetes tipo I. A iniciativa visa padronizar o atendimento especializado em todo o país, delegando ao Ministério da Educação a responsabilidade de atualizar periodicamente os recursos de acessibilidade exigidos. Atualmente, o texto tramita em caráter conclusivo na Câmara dos Deputados, onde será analisado por três comissões temáticas antes de ser encaminhado para votação no Senado Federal.

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