Pesquisa Quaest aponta que 52% consideram errada proibição de visitas a Bolsonaro
Levantamento mostra divisão na opinião pública sobre a restrição imposta pelo STF ao ex-presidente, com 41% dos entrevistados aprovando a medida.
Pontos principais
- A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre 31 de julho e 3 de agosto, com margem de erro de dois pontos percentuais.
- A percepção sobre a decisão judicial é polarizada, com 92% dos bolsonaristas contrários à medida e 70% dos lulistas favoráveis.
- A proibição de visitas foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes após o senador Flávio Bolsonaro utilizar o acesso para divulgar uma carta do ex-presidente.
- A defesa de Jair Bolsonaro recorreu da decisão, alegando desproporcionalidade, e o STF aguarda manifestação da PGR sobre o pedido.
Uma pesquisa realizada pela Quaest, sob encomenda da Genial Investimentos, revelou que 52% dos brasileiros consideram incorreta a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que proibiu visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O levantamento, que ouviu 2.004 eleitores, aponta que 41% da população avalia a restrição como correta. A medida foi imposta pelo magistrado após o senador Flávio Bolsonaro utilizar o direito de visita para transmitir uma carta escrita pelo ex-presidente. A opinião pública sobre o tema reflete a polarização política do país, com divergências marcantes entre os eleitores de diferentes espectros. Enquanto a defesa de Bolsonaro recorreu da decisão sob o argumento de desproporcionalidade, o STF solicitou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre o recurso apresentado pelos advogados do ex-presidente.
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