Anfavea pede previsibilidade tributária ao Ministério da Fazenda
Setor automotivo busca segurança jurídica na reforma tributária e critica prorrogação de isenções para importação de veículos elétricos.
Pontos principais
- Igor Calvet, presidente da Anfavea, reuniu-se com o secretário-executivo da Fazenda, Dario Durigan.
- Entidade defende a manutenção da carga do IPI durante a transição para o Imposto Seletivo em 2027.
- Governo prorrogou por seis meses a isenção de impostos para importação de carros híbridos e elétricos.
- Indústria automotiva projeta atingir 3 milhões de veículos emplacados em 2026.
O presidente da Anfavea, Igor Calvet, solicitou ao Ministério da Fazenda maior previsibilidade regulatória para o setor automotivo diante das mudanças trazidas pela reforma tributária. Em reunião com o secretário-executivo Dario Durigan, a entidade defendeu a estabilidade da carga tributária, sugerindo a manutenção do IPI durante o período de transição para o novo Imposto Seletivo, previsto para 2027. O encontro também abordou a recente decisão do governo de prorrogar por seis meses a isenção de impostos para a importação de veículos híbridos e elétricos, medida que enfrenta resistência da indústria nacional. Apesar das incertezas regulatórias, o setor mantém otimismo com o desempenho comercial, projetando alcançar 3 milhões de veículos emplacados em 2026, amparado por um crescimento de 18,5% na produção registrado no primeiro semestre deste ano.
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