Grupos de Jaques Wagner e ACM Neto evitam ataques mútuos após operação da PF que investiga supostas irregularidades envolvendo o Banco Master.
Grupos políticos rivais na Bahia estabeleceram um pacto de silêncio após a deflagração de uma operação da Polícia Federal que investiga o Banco Master. O senador Jaques Wagner, do PT, é alvo de apurações por supostamente ter atuado em favor da instituição financeira no Congresso, incluindo a proposta de emendas parlamentares, o que o parlamentar nega. Paralelamente, o ex-prefeito ACM Neto também foi associado ao caso após revelações de que sua empresa de consultoria recebeu R$ 5,4 milhões do banco. A estratégia de não agressão busca blindar ambos os lados de maiores desgastes, considerando que o cenário político baiano aponta para uma disputa acirrada nas eleições de 2026 entre o grupo do atual governador Jerônimo Rodrigues e a oposição liderada por Neto. Até o momento, apenas aliados de menor escalão, como João Roma, repercutiram negativamente o caso.
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